...e aqui ficam mais uns registos do excelente desempenho do elenco na representação da intemporal obra Ulisses. Muitos parabéns a todos os participantes, dinamizadores e à companhia de teatro que, de forma tão extraordinária, pôs em palco o imaginário coletivo que a obra em apreço suscita!
O Blog da Escultor
Blog do Agrupamento de Escolas Escultor António Fernandes de Sá
sábado, 21 de fevereiro de 2026
PEÇAS DE TEATRO - DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS
No dia 19 de fevereiro, realizou-se, no auditório da escola, a apresentação das peças O Príncipe Nabo (5.º ano) e Ulisses (6.º ano), previstas no PAA do Departamento de Línguas. Os alunos foram acompanhados pelos respetivos docentes, tendo-se verificado uma adesão significativa por parte das turmas envolvidas.
A atividade decorreu de forma muito positiva, com interesse, atenção e participação ativa dos alunos. Permitiu contactar com a especificidade do texto dramático, comparar o texto escrito com o representado e consolidar as obras do PNL trabalhadas em sala de aula. Contribuiu ainda para a valorização do teatro enquanto experiência cultural e para o desenvolvimento da expressão oral, da criatividade e da capacidade de interpretação das personagens.
Considera-se que os objetivos propostos foram plenamente alcançados, constituindo esta atividade uma experiência enriquecedora para os alunos.
Licínia Ramos
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
São Valentim - Departamento de Línguas - Trabalhos de Inglês e Francês
Estão expostos no atro interior trabalhos de São Valentim em Inglês e em Francês para visionamento de todos.
Felicitações aos alunos participantes e aos professores dinamizadores!
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
Trabalhos de Martim Vieira
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
EXPOSIÇÃO "O LEGADO DE UM CRAVO"
A Biblioteca da Escola-Sede vai receber, de 4 a 27 de fevereiro, a exposição "O Legado de um Cravo”, inserida nas Comemorações dos 52 Anos do 25 de Abril. A exposição em apreço é composta por um conjunto de painéis que, de forma apelativa, coloca sob os holofotes todo o período histórico, desde a instauração da ditadura até à Constituição de 1976, focando vários aspetos, nomeadamente:
- Relembrar acontecimentos da história de Portugal durante a ditadura, nomeadamente todas as liberdades que estiveram suprimidas durante quase cinco décadas;
- Demonstrar como 48 anos de ditadura representaram o atraso, o analfabetismo vigente, a miséria e a ausência de liberdades e direitos humanos fundamentais no país;
- Preservar e partilhar a memória de todas e todos os que, em situações de clandestinidade e de repressão, lutaram pela defesa da liberdade - os heróis da democracia;
- Sublinhar a importância da participação popular durante o processo revolucionário, especialmente ao nível da consolidação das mudanças e da superação das inúmeras resistências que foram encontradas pelo caminho para, finalmente, serem implementadas todas as conquistas sociais, políticas e económicas no país;
- Sensibilizar toda a sociedade para a necessidade de estar permanentemente alerta face às ameaças à democracia, concebendo esta mesma democracia como uma prática e não como uma realidade garantida.
10 MINUTOS A LER - GERAÇÃO COMPRIMIDA
Eu sei que o meu espaço neste blogue é para falar sobre filhos. Hoje, permitam-me, por favor, falar sobre pais – até porque as duas coisas estão umbilicalmente ligadas.
Em Novembro, a minha mãe caiu das escadas e partiu o braço em dois sítios diferentes. Uma das fraturas, junto ao ombro, foi particularmente feia. O tratamento cirúrgico adequado seria uma prótese total do ombro, mas, no caso concreto da minha mãe, a equipa que a acompanhou optou por um tratamento conservador. Isto implicou quatro semanas de imobilidade total que tornaram a minha mãe, pela primeira vez na vida, dependente em tarefas tão simples como o banho.
Assim, durante mais de um mês, fui responsável pela higiene da minha mãe – sendo enfermeira, estava mais à vontade com esta tarefa -, e dividi com a minha irmã as tarefas domésticas em casa dos meus pais. E sabem uma coisa? Senti várias vezes que ia rebentar de stress e cansaço e percebi, em absoluto, a designação de geração sanduíche.
Com três crianças permanentemente em casa – uma delas, na altura, com um mês –, e outras duas (em tempo parcial), senti-me, de repente, totalmente esmagada pela sensação de que, por mais que tentasse e por mais que me esticasse, não estava a conseguir chegar como devia nem a um lado, nem ao outro. Foram semanas em que o sentimento de insuficiência se colou a mim como uma carraça, porque, independentemente do esforço, houve sempre pontas soltas e coisas que não consegui agarrar.
Reparem: comparativamente à maioria das pessoas, eu ainda tenho a vantagem de ser enfermeira e de cuidar, há muitos anos, de pessoas com dependência. Mas uma coisa é cuidarmos dos nossos utentes, por melhor que seja a nossa relação com eles, durante o nosso horário de trabalho. Outra, completamente diferente, é cuidarmos dos nossos pais que, na nossa cabeça, ainda são quem cuida de nós. A situação da minha mãe foi temporária, é certo, mas destapou uma fragilidade para a qual eu não estava preparada.
Uma noite, estava eu a adormecer os mais velhos, o meu pai ligou-me. A minha mãe estava desesperada com dores e ele achava que o imobilizador estava mal colocado. Pedi-lhe que esperasse uns minutos e prometi que correria para casa deles mal os miúdos adormecessem. Assim foi. Mas, quando o meu pai me abriu a porta, senti um baque no coração. Porque, pela primeira vez, ele pareceu-me, de facto, ter os quase oitenta anos que lhe marca o cartão de cidadão. E vi-o mais pequeno, mais magro e, acima de tudo, mais frágil do que alguma vez o tinha visto.
Obviamente, recoloquei o imobilizador da minha mãe, dei-lhe um analgésico e pedi-lhes que me voltassem a ligar se houvesse mais algum problema. Não fossem os miúdos, teria lá ficado a dormir (coisa que, na verdade, foi sempre o que senti que devia fazer, mas que a logística da nossa vida impossibilitou), mas tive de voltar para casa. Chorei o caminho todo, porque aquela ida nocturna à casa onde cresci fez-me perceber que os meus pais já não são a fortaleza que sempre reconheci neles. Entrámos na fase em que terei de ser eu a transformar-me em rocha – e isso dói.
Tenho trinta e nove anos e nunca antes senti que os meus pais fossem frágeis. Mesmo quando o meu pai esteve gravemente doente nos cuidados intensivos, quando todos me diziam que era melhor despedir-me. Acreditem ou não, eu soube sempre que ele iria recuperar. Era o meu pai, eu tinha vinte anos, e era óbvio, para mim, que ele não iria deixar-me sozinha. Desta vez, no instante em que me abriu a porta, eu soube que alguma coisa tinha mudado. Como se o relógio tivesse começado a correr ao contrário e a vida me dissesse “agora é contigo!”.
Eu sei que o meu espaço neste blogue é para falar sobre filhos. Hoje, permitam-me, por favor, falar sobre pais – até porque as duas coisas estão umbilicalmente ligadas.
Isto de que falo não é novo. O tema tem sido estudado e a ciência fala-nos em processos de luto antecipado, de ambivalência afectiva e de conflito interno – mas quando se dá o clique, não há ciência nem teorias que nos valham. O aperto que sentimos no coração não se compadece com a certeza de que é este o ciclo natural da vida.
E a forma como vivemos hoje torna tudo ainda mais duro. Porque, com o nosso ritmo de vida, ficamos absolutamente espremidos entre duas gerações dependentes e um emprego onde nunca podemos dar menos do que o máximo. Além disso, a sociedade, não contente, ainda nos exige que ostentemos uma vida de Instagram.
Responsabilidades parentais ativas, responsabilidades com os nossos pais envelhecidos, trabalho, versatilidade, a casa para gerir e cuidar, conexões relacionais, gestão financeira e saúde mental. Se calhar, retiro o que disse sobre concordar com a designação de geração sanduíche. Chamem-nos antes geração compressão. Porque isto, afinal, não é só viver entre duas realidades de cuidar: é ser comprimido, diariamente, entre múltiplos papéis. E sentir que nunca conseguimos ser suficientemente bons em nenhum.
CARMEN GARCIA
Mãe de dois rapazes de 7 e 8 anos e de uma menina bebé. O mais velho é surdo profundo, com implante coclear. Enfermeira, atualmente a desempenhar funções numa empresa de tecnologia, num projeto que, integrando inteligência artificial, pretende melhorar a qualidade de vida dos idosos e empoderar os seus cuidadores.
VOTA NA TUA LISTA DE ELEIÇÃO E NO TEU LIVRO PREFERIDO!!
Hoje decorre na Biblioteca Escolar a votação para a Associação de Estudantes! Exerce o teu direito de voto! Votar é um direito e um dever cívico!
Vota também no teu livro favorito! Mesmo que seja um livro que não exista, na Biblioteca (mas poderá vir a existir, caso haja um número significativo de votos nos mesmos títulos) ou sendo um que leste por vontade tua ou ainda sugestão de professores...elege o teu livro preferido!
A votação é anónima e a tua sugestão será tida em conta para novas aquisições!
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
DIA INTERNACIONAL EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO - QUE ASSIM DA LEI DA MORTE SE LIBERTEM
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
A Importância da Boa Leitura como Forma de Evitar Guerras e Conflitos
1. Leitura Como a Fonte do Conhecimento
A leitura correta permite entender a história, a política e as condições sociais dos povos. Ao adquirir conhecimento sobre os motivos e os efeitos de guerras passadas, os indivíduos tornam-se mais informados e não cometem os mesmos erros.
2. O Pensamento Crítico é Desenvolvido
A leitura dá um estímulo ao pensamento crítico, fazendo com que se analisem as informações de uma maneira lógica, mais racional. As pessoas que leem, que se mantêm informadas são menos suscetíveis à propaganda, discursos extremistas e falsidades que podem gerar conflitos.
3. Estímulo da Empatia e do Respeito
É possível, através da leitura, conhecer diversas culturas, religiões e estilos de vida. Isso pode levar à empatia e ao respeito pelas diferenças, que consequentemente têm o poder de eliminar o preconceito e a tensão, que podem existir entre os grupos sociais.
4. Intolerância e Desinformação são combatidas
A falta de leitura é como um oceano aberto que favorece a ignorância e a intolerância. Uma leitura adequada é esclarecedora, informativa e contribui para a harmonia social, uma vez que reduz os conflitos decorrentes dos mal-entendidos e das falsas crenças.
5. Leitura é a Base para a Cultura da Paz
A leitura estimula valores como o diálogo, a justiça e a solidariedade. Uma sociedade leitora é mais aberta a lidar com os conflitos de maneira pacífica, promovendo a harmonia, a paz e a cooperação entre as nações.
LER COMO “ARMA” CONTRA A GUERRA
Os sumérios
chamavam ordenadores do Universo aos bibliotecários. Cada livro era visto como
um oceano de potencialidades infinitas. Atualmente, a leitura está acossada
pela competição de outras fontes de entretenimento e informação. Uma luta
desigual.
As redes sociais fomentam a passividade tentadora e confortável, um letargo acolhedor. É uma miragem de atividade, mais do que uma atividade per se.
Como defende Pedro Afonso, "a emigração maciça da vida social real para o mundo virtual das redes sociais da internet corresponde, num sentido lato, à maior emigração humana da história". A leitura não permite o scrolling, sintoma da procura inquieta da estimulação visual rápida. Ler requer a colaboração do leitor e esta não é isenta de esforço (o esforço da compreensão).
A compreensão
dos mais jovens é também potenciada pelo número de leituras que fazem. Se a
habilidade para ler é uma condição necessária para adquirir o gosto pela
leitura e ler muito é por sua vez condição para adquirir a capacidade de
compreensão, parece que estamos num beco sem saída. Como resolver? Uma resposta
possível é ler para as crianças, permitir às crianças fazer a leitura de uma
leitura. Quando se lê histórias a crianças facilita-se a sua compreensão quando
começam a ler. E compreender é descodificar o texto, tirá-lo da sua encriptação.
O prefixo ex (tão comum em verbos declarativos: explanar, exprimir, expor,
expressar, explicar) significa revelar o oculto, o que estava implícito, tornar
navegável o que era uma mar tempestuoso.
Segundo Platão, o objetivo da
educação é ensinar a desejar o desejável. Como incentivar as crianças e os
jovens à leitura?
1. Contagiá-los com os nossos próprios entusiasmos, falar com
paixão sobre a leitura.
2. Os seres humanos tendem a imitar as pessoas de quem
gostam: ser exemplo, ser leitor.
3. Os seres humanos tendem a repetir comportamentos premiados
(essa recompensa pode consiste na própria sensação de “ser capaz de compreender”).
4. Os hábitos são grandes produtores de desejos.
5. Mudar o sistema de convicções sobre uma atividade pode
incitar a realizá-la, eliminando preconceitos contra ela.
6. Aplanar os caminhos (primeiro pequenos contos).
No entanto, em casa, não raro, ouvimos “não tenho dinheiro nem tempo para isso dos livros”. “Que leiam na escola, andam lá a fazer o quê, a passeá-los? Ora, as bibliotecas são espaços de democratização do livro e “desde o momento em que se coloca o problema do tempo para ler, é porque não há vontade” defende, e bem, Daniel Pennac. O livro tem de ser visto como um aliado. Não como algo de estranho, de peso insustentável. Quantas vezes, nos livros, encontramos a cartografia da nossa própria vida! Só que a leitura permite-nos “outrar-nos”, vivenciarmos empatias e constatar o resultado de escolhas sem ter de “sentir na pele” experiências duras, prescindíveis.
O que não nos mata, enfraquece-nos. A injustiça,
a guerra, a confusão, o caos
enfraquece-nos. Os livros, ao desenvolver o espírito crítico e a imaginação
empoderam-nos. A crueldade premeditada anda sempre de braço dado com as
ignorâncias, sobretudo emocionais. O valor da literatura assenta principalmente
na sua possibilidade de dar corpo à capacidade crítica e à imaginação, ou seja,
à necessidade humana de construir imagens mutáveis do mundo e da existência
para confronto e resolução de dilemas. E deve começar cedo, pois também cedo se
bifurcam caminhos de decisões. Às crianças não pode ser imposto um imperativo
moral (até porque a “moral” é oscilante, movediça, maquilhada). Mas é possível orientar
a criança com aquilo que desejavelmente se deve identificar.
Já Bettelheim
defendia a prevalência da bipolaridade simpatia/antipatia em detrimento do par
dicotómico Bondade/Maldade, o que é reforçado pelo conjunto de elementos que
motivam a simpatia (ou antipatia) da criança pela personagem, conjunto esse que
transcende a prática de atos bondosos ou maliciosos e que inclui fatores como a
aparência física, o meio em que a personagem se move e, sobretudo, a
categorização que, independentemente das ações que venha a perpetrar, a
personagem sofre de imediato através da sua designação (o Lobo Mau, que não é
simplesmente “Lobo” – o que nas fábulas é mais associado à força bruta ou à
falta de perspicácia – mas é sobretudo “Mau” revela desde logo um estigma de
negatividade que nenhuma racionalização – que, naturalmente, nem sequer ocorre
na criança - sobre instintos primários ou satisfação de necessidades básicas
conseguiria suavizar). Repare-se que a antipatia da criança face ao Lobo Mau
não carece de atribuição de culpas: ele é desde logo o Lobo Mau (expressão
cujas conotações de negatividade são reforçadas, na leitura em voz alta, por
códigos extra e paralinguísticos) e a criança, sem quaisquer análises de índole
moral, não quer simplesmente identificar-se com ele.
As falas do “Lobo
Mau” são lidas em voz rouca, com um arregalar de olhos, numa cumplicidade entre
quem lê e quem ouve, numa cooperação que faz emergir uma aliança invisível
entre o leitor, a criança que ouve e o Capuchinho. E, pela imaginação, a
ligação ao “eu” dá-se com a menina do Capuchinho Vermelho e não com o lobo.
Veste-lhe o rosto, a criança. Per secula seculorum. Lembremos António Torrado,
para quem “Se a eternidade tivesse rosto, esse rosto seria o de uma criança”.
Sílvia Pinto
SESSÃO SOBRE DIREITOS HUMANOS
Amnistia Internacional: os Direitos Humanos dizem respeito a todos nós
Quando se fala em Direitos Humanos, muitas pessoas pensam que se trata de um tema distante, reservado a conflitos longínquos ou a debates políticos complexos. No entanto, a verdade é que os Direitos Humanos fazem parte do quotidiano de todos nós — e a Amnistia Internacional tem sido, há mais de 60 anos, uma das vozes mais ativas na sua defesa.
A Amnistia Internacional nasceu em 1961, a partir de um gesto simples mas poderoso: a indignação perante a prisão injusta de pessoas apenas por expressarem as suas ideias. Curiosamente, um dos episódios que esteve na origem da organização envolveu Portugal, quando estudantes foram presos durante o regime ditatorial por brindarem à liberdade. Esse acontecimento ajudou a transformar a indignação individual numa mobilização global.
Hoje, a Amnistia Internacional está presente em mais de 150 países e territórios e atua de forma independente de governos e partidos políticos. O seu trabalho passa pela investigação de violações de Direitos Humanos, pela denúncia pública de abusos e pela pressão junto de autoridades para que respeitem normas internacionais. Tortura, detenções arbitrárias, pena de morte, discriminação, repressão da liberdade de expressão ou perseguição de minorias são apenas algumas das áreas em que a organização intervém.
Nos últimos anos, a Amnistia tem também chamado a atenção para desafios mais recentes, como o impacto das alterações climáticas nos Direitos Humanos, o tratamento dado a refugiados e migrantes ou os perigos associados à vigilância digital e ao uso abusivo de tecnologias de reconhecimento facial.
Em Portugal, a secção nacional da Amnistia Internacional tem tido um papel importante tanto na sensibilização da população como na análise de situações internas. Questões como o racismo, as condições nas prisões, a actuação das forças de segurança ou o acesso ao asilo têm sido alvo de campanhas, relatórios e acções públicas. Para além disso, a organização aposta fortemente na educação para os Direitos Humanos, sobretudo junto dos mais jovens.
Num mundo cada vez mais marcado pela polarização, pela desinformação e pelo enfraquecimento de valores democráticos, o papel da Amnistia Internacional continua a ser essencial. Defender os Direitos Humanos não é apenas uma tarefa de ativistas ou organizações internacionais — é uma responsabilidade coletiva.
Afinal, como a própria Amnistia recorda, "a mudança começa muitas vezes com pequenos gestos: informar-se, questionar injustiças e não ficar indiferente."


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