quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

A Importância da Boa Leitura como Forma de Evitar Guerras e Conflitos


                                                                                                                    Matilde Marques, 7ºA




1. Leitura Como a Fonte do Conhecimento

A leitura correta permite entender a história, a política e as condições sociais dos povos. Ao adquirir conhecimento sobre os motivos e os efeitos de guerras passadas, os indivíduos tornam-se mais informados e não cometem os mesmos erros.

2. O Pensamento Crítico é Desenvolvido

A leitura dá um estímulo ao pensamento crítico, fazendo com que se analisem as informações de uma maneira lógica, mais racional. As pessoas que leem, que se mantêm  informadas são menos suscetíveis à propaganda, discursos extremistas e falsidades que podem  gerar conflitos.

3. Estímulo da Empatia e do Respeito

É possível, através da leitura, conhecer diversas culturas, religiões e estilos de vida. Isso pode levar à empatia e ao respeito pelas diferenças, que consequentemente têm o poder de eliminar o preconceito e a tensão, que podem existir entre os grupos sociais.

4. Intolerância e Desinformação são combatidas

A falta de leitura é como um oceano aberto que favorece a ignorância e a intolerância. Uma leitura adequada é esclarecedora, informativa e contribui para a harmonia social, uma vez que reduz os conflitos decorrentes dos mal-entendidos e das falsas crenças.

5. Leitura é a Base para a Cultura da Paz

A leitura estimula valores como o diálogo, a justiça e a solidariedade. Uma sociedade leitora é mais aberta a lidar com os conflitos de maneira pacífica, promovendo a harmonia, a paz e a cooperação entre as nações.

Gustavo Cerdeira, 7ºA



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Maria Veríssimo, 7ºA

LER COMO “ARMA” CONTRA A GUERRA

 



Os sumérios chamavam ordenadores do Universo aos bibliotecários. Cada livro era visto como um oceano de potencialidades infinitas. Atualmente, a leitura está acossada pela competição de outras fontes de entretenimento e informação. Uma luta desigual.

         As redes sociais fomentam a passividade tentadora e confortável, um letargo acolhedor. É uma miragem de atividade, mais do que uma atividade per se

    Como defende Pedro Afonso, "a emigração maciça da vida social real para o mundo virtual das redes sociais da internet corresponde, num sentido lato, à maior emigração humana da história". A leitura não permite o scrolling, sintoma da procura inquieta da estimulação visual rápida. Ler requer a colaboração do leitor e esta não é isenta de esforço (o esforço da compreensão).

A compreensão dos mais jovens é também potenciada pelo número de leituras que fazem. Se a habilidade para ler é uma condição necessária para adquirir o gosto pela leitura e ler muito é por sua vez condição para adquirir a capacidade de compreensão, parece que estamos num beco sem saída. Como resolver? Uma resposta possível é ler para as crianças, permitir às crianças fazer a leitura de uma leitura. Quando se lê histórias a crianças facilita-se a sua compreensão quando começam a ler. E compreender é descodificar o texto, tirá-lo da sua encriptação. O prefixo ex (tão comum em verbos declarativos: explanar, exprimir, expor, expressar, explicar) significa revelar o oculto, o que estava implícito, tornar navegável o que era uma mar tempestuoso.

Segundo Platão, o objetivo da educação é ensinar a desejar o desejável. Como incentivar as crianças e os jovens à leitura?

1.           Contagiá-los com os nossos próprios entusiasmos, falar com paixão sobre a leitura.

2.           Os seres humanos tendem a imitar as pessoas de quem gostam: ser exemplo, ser leitor.

3.           Os seres humanos tendem a repetir comportamentos premiados (essa recompensa pode consiste na própria sensação de “ser capaz de compreender”).

4.           Os hábitos são grandes produtores de desejos.

5.           Mudar o sistema de convicções sobre uma atividade pode incitar a realizá-la, eliminando preconceitos contra ela.

6.           Aplanar os caminhos (primeiro pequenos contos).

No entanto, em casa, não raro, ouvimos “não tenho dinheiro nem tempo para isso dos livros”. “Que leiam na escola, andam lá a fazer o quê, a passeá-los? Ora, as bibliotecas são espaços de democratização do livro e “desde o momento em que se coloca o problema do tempo para ler, é porque não há vontade” defende, e bem, Daniel Pennac. O livro tem de ser visto como um aliado. Não como algo de estranho, de peso insustentável. Quantas vezes, nos livros, encontramos a cartografia da nossa própria vida! Só que a leitura permite-nos “outrar-nos”, vivenciarmos empatias e constatar o resultado de escolhas sem ter de “sentir na pele” experiências duras, prescindíveis. 

O que não nos mata, enfraquece-nos. A injustiça, a guerra,  a confusão, o caos enfraquece-nos. Os livros, ao desenvolver o espírito crítico e a imaginação empoderam-nos. A crueldade premeditada anda sempre de braço dado com as ignorâncias, sobretudo emocionais. O valor da literatura assenta principalmente na sua possibilidade de dar corpo à capacidade crítica e à imaginação, ou seja, à necessidade humana de construir imagens mutáveis do mundo e da existência para confronto e resolução de dilemas. E deve começar cedo, pois também cedo se bifurcam caminhos de decisões. Às crianças não pode ser imposto um imperativo moral (até porque a “moral” é oscilante, movediça, maquilhada). Mas é possível orientar a criança com aquilo que desejavelmente se deve identificar.

Já Bettelheim defendia a prevalência da bipolaridade simpatia/antipatia em detrimento do par dicotómico Bondade/Maldade, o que é reforçado pelo conjunto de elementos que motivam a simpatia (ou antipatia) da criança pela personagem, conjunto esse que transcende a prática de atos bondosos ou maliciosos e que inclui fatores como a aparência física, o meio em que a personagem se move e, sobretudo, a categorização que, independentemente das ações que venha a perpetrar, a personagem sofre de imediato através da sua designação (o Lobo Mau, que não é simplesmente “Lobo” – o que nas fábulas é mais associado à força bruta ou à falta de perspicácia – mas é sobretudo “Mau” revela desde logo um estigma de negatividade que nenhuma racionalização – que, naturalmente, nem sequer ocorre na criança - sobre instintos primários ou satisfação de necessidades básicas conseguiria suavizar). Repare-se que a antipatia da criança face ao Lobo Mau não carece de atribuição de culpas: ele é desde logo o Lobo Mau (expressão cujas conotações de negatividade são reforçadas, na leitura em voz alta, por códigos extra e paralinguísticos) e a criança, sem quaisquer análises de índole moral, não quer simplesmente identificar-se com ele.

As falas do “Lobo Mau” são lidas em voz rouca, com um arregalar de olhos, numa cumplicidade entre quem lê e quem ouve, numa cooperação que faz emergir uma aliança invisível entre o leitor, a criança que ouve e o Capuchinho. E, pela imaginação, a ligação ao “eu” dá-se com a menina do Capuchinho Vermelho e não com o lobo. Veste-lhe o rosto, a criança. Per secula seculorum. Lembremos António Torrado, para quem “Se a eternidade tivesse rosto, esse rosto seria o de uma criança”.

Sílvia Pinto

 


SESSÃO SOBRE DIREITOS HUMANOS

 


       Realizou-se, no dia 13 de janeiro, no Auditório, das 10h30 às 11h30, uma sessão de esclarecimento para os nonos anos sobre Direitos Humanos, dinamizada por uma Ativista da Amnistia Internacional, Srª Drª Marta Silva. Esta atividade decorreu no âmbito das disciplinas de história e geografia. 


Amnistia Internacional: os Direitos Humanos dizem respeito a todos nós

    Quando se fala em Direitos Humanos, muitas pessoas pensam que se trata de um tema distante, reservado a conflitos longínquos ou a debates políticos complexos. No entanto, a verdade é que os Direitos Humanos fazem parte do quotidiano de todos nós — e a Amnistia Internacional tem sido, há mais de 60 anos, uma das vozes mais ativas na sua defesa.

    A Amnistia Internacional nasceu em 1961, a partir de um gesto simples mas poderoso: a indignação perante a prisão injusta de pessoas apenas por expressarem as suas ideias. Curiosamente, um dos episódios que esteve na origem da organização envolveu Portugal, quando estudantes foram presos durante o regime ditatorial por brindarem à liberdade. Esse acontecimento ajudou a transformar a indignação individual numa mobilização global.

    Hoje, a Amnistia Internacional está presente em mais de 150 países e territórios e atua de forma independente de governos e partidos políticos. O seu trabalho passa pela investigação de violações de Direitos Humanos, pela denúncia pública de abusos e pela pressão junto de autoridades para que respeitem normas internacionais. Tortura, detenções arbitrárias, pena de morte, discriminação, repressão da liberdade de expressão ou perseguição de minorias são apenas algumas das áreas em que a organização intervém.

    Nos últimos anos, a Amnistia tem também chamado a atenção para desafios mais recentes, como o impacto das alterações climáticas nos Direitos Humanos, o tratamento dado a refugiados e migrantes ou os perigos associados à vigilância digital e ao uso abusivo de tecnologias de reconhecimento facial.

    Em Portugal, a secção nacional da Amnistia Internacional tem tido um papel importante tanto na sensibilização da população como na análise de situações internas. Questões como o racismo, as condições nas prisões, a actuação das forças de segurança ou o acesso ao asilo têm sido alvo de campanhas, relatórios e acções públicas. Para além disso, a organização aposta fortemente na educação para os Direitos Humanos, sobretudo junto dos mais jovens.

    Num mundo cada vez mais marcado pela polarização, pela desinformação e pelo enfraquecimento de valores democráticos, o papel da Amnistia Internacional continua a ser essencial. Defender os Direitos Humanos não é apenas uma tarefa de ativistas ou organizações internacionais — é uma responsabilidade coletiva.

    Afinal, como a própria Amnistia recorda, "a mudança começa muitas vezes com pequenos gestos: informar-se, questionar injustiças e não ficar indiferente."

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

O ANTIGO REGIME

   Os oitavos anos, na disciplina de História, por iniciativa e sob a orientação da professora Helga Silva, realizaram Mapas Mentais sobre o Antigo Regime, trabalhos esses já expostos no corredor do Bloco A e nos quais os alunos deram asas à sua criatividade, aprimorando as suas técnicas de pesquisa e as suas aptidões ilustrativas. Aqui fica o registo destes trabalhos de tanto mérito.



segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

DESAFIO WIKI SPEED RUN - Junta um grupo de amigos e vem jogar na BE!

        A Internet pode ser uma ferramenta muito útil de aprendizagem e desenvolvimento de competências!!!

        É essencial saber fazer pesquisas com informação pertinente e válida!!!

        Alguma vez alguém te disse que tens dificuldade em associar conhecimentos? Ou em campos semânticos e lexicais? Então é importante que conheças recursos que te ajudem, de forma lúdico-pedagógica, a superar essa lacuna.

        A Biblioteca Escolar vai promover um Campeonato de WIKI SPEED RUN!

        Em que consiste? Acede ao motor de busca WIKI SPEED RUN. https://wikispeedrun.org/

Faz o login (é gratuito) e...começa a jogar! Vão surgir dois conceitos/termos: um termo de partida e outro de chegada. 

        O objetivo é, usando as palavras em hiperligação que surgem quando acedes a primeiro termo, ir "navegando" até chegares ao...termo de chegada. Quem o fizer de forma mais rápida e com o menor número de cliques, ganha!

        Atenção que não podes fazer um Crt+Find (não podes usar ferramentas de localização de palavras). Tens mesmo de ler a informação para chegares às palavras que desejas! 

        Cada sessão é temporizada e podes jogar em grupo de pares!

        Um exemplo: imagina que a palavra de Partida é «Sucesso» e a de Chegada é «Ronaldo» (podem ser nomes próprios). A jornada de pesquisa poderia ser:

                    - Sucesso (obrigatório);

                    - Sucesso desportivo;

                    - Modalidades Desportivas;

                    - Futebol;

                    - Melhores jogadores de sempre;

                    - Ronaldo (obrigatório).

         Neste caso, usámos 4 cliques para chegar ao termo de Chegada!

         Faz equipas de dois e vem participar!!! Se te cruzares com uma página interessante, Podes sempre voltar às páginas visitadas para ler com a devida atenção. Conhecimento é poder!! E saber pesquisar é essencial... podem usar os PC's da BE ou os próprios portáteis. A pesquisa pode ser em inglês ou português.

         Quem tem a coragem de aceitar este desafio?

     


quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

1 DE JANEIRO - DIA MUNDIAL DA PAZ

  

     No mundo líquido, confuso e conflituoso em que vivemos, falar de Paz é um nadar contra a corrente. 

    Aos declarados conflitos internacionais somam-se guerras e guerrinhas internas, não raramente lutas que se travam até no interior de cada ser humano e - assumamos - nem sempre emerge a melhor versão. Citando Germano Almeida, "Claro que haverá sempre pessoas honrosas e inspiradoras" (obra O Colapso da Verdade, Editora Ideias de Ler) referindo-se a Mariann Edgar Budde. E é precisamente um segmento da homilía da Bispa Mariann que deixo aqui como um exemplo de apelo à paz e à misericórdia:

   "Em nome do nosso Deus, tenha piedade de quem tem medo. Respeite os milhões de pessoas que lhe deram a sua confiança. Os imigrantes que vivem neste país, tenham ou não documentos, tratam das nossas colheitas, limpam os nossos escritórios, trabalham nas fábricas, lavam os pratos e fazem o turno da noite nos hospitais. Podem não ter a documentação certa, mas a maioria dos nossos imigrantes não são criminosos. Pagam impostos e são bons vizinhos. Fazem parte das nossas Igrejas, Sinagogas, Mesquitas e Templos."

   Fica, para a reflexão de todos, para além do evidente destinatário, se não seremos todos nós potenciais destinatários que teimam em não quebrar ciclos de preconceito e marginalização?

   A obra O Colapso da Verdade, de Germano Almeida e publicado pela Editora Ideias de Ler encontra-se ao dispor de quem a quiser ler na Biblioteca Escolar (que está sempe ao swriço de toda a comunidade educativa).

Um Feliz 2026!!!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

SARAU CULTURAL OU AQUILO O QUE OS OLHOS NÃO VEEM

   Manuel António Pina, jornalista, escritor e dramaturgo de mérito incontestável e incontestado, escreveu um número vasto e valioso de obras: uma delas consiste no texto dramático Aquilo que os olhos veem ou O Adamastor.

   Outro autor que dispensa apresentações, José Saramago, publicou a obra (que mais tarde foi adaptada para cinema) Ensaio sobre a Cegueira.

   A alusão a estas obras remete para a relevância do que, não sendo visto, acontece. E é sobre isso que quero falar. Teatro não é a mera exposição de algo perante uma audiência. Teatro não é um conjunto arbitrário de adereços. Teatro não é competição. Teatro não é sobre o que é desta pessoa, daquela e daqueloutra. Teatro não é burocracia, papelada, regulamentos, listagens, tópicos estanques, espartilhados inflexíveis. Teatro é dádiva, entrega, colaboração, interajuda, equidade, respeito. E é pelo profundo respeito de todo um trabalho de bastidores, de memorização de texto, de ensaios que sacrificam intervalos e tempos livres e idas aos centros de estudo, de garantia de que há um elenco que sabe não só as suas réplicas, mas todo o texto principal e conteúdo das didascálias (até para que, caso falte alguém, haja quem avance com o texto sabido e toda a dinâmica teatral memorizada).

   Esse é o meu entendimento de teatro. Teatro não é gritaria, nem desordem, nem caos. Teatro é paixão, entusiasmo, oportunidade de mostrar em palco aquilo de que se gosta tanto e que se faz tão bem, e que nem sempre se consegue mostrar... a escola tem de ser esse espaço: o espaço onde os alunos mostrem as suas aptidões fantásticas, os seus talentos, aquilo que os faz vibrar, para que essa semente possa crescer segundo os valores de se fazer aquilo que se ama e transformar esse dom numa dádiva a quem usufrui desse talento. O teatro não é um isto-agora-fica-assim. Teatro é trabalho. Consistente, persistente, tenaz. É nesse trabalho que radica o respeito por quem interpreta e por quem assiste. E o teatro não é só teatro: é texto, é música, é dança, é canção. Canção treinada até à náusea, porque é desse treino que vem o conhecimento. Esse mesmo conhecimento intrínseco às artes e que, não raro, é o parente pobre da eruditia do saber. 

   Por fim, teatro não é hipocrisia. Teatro é sermos o que fazemos e não o que dizemos. Teatro é encarnar valores e não desvirtuar meras palavras com sonoridade, mas sem referente na prática. Dizer o contrário do que se faz não funciona nem em palco, nem na vida. É ser mau ator... má atriz.

   A todos os que ontem viram no sarau o culminar de muitas horas de esforço, enpenho, dedicação e tinham a serenidade de uma rede de apoio (sabendo que, se não pudessem estar presentes, estava salvaguardado quem substituiria), o meu profundo agradecimento, bem como a todo o público cuja paciência - reconheço - foi posta à prova, mas que se manteve até ao fim, brindando as atuações com um sentido aplauso. O meu profundo agradecimento ao avô das manas Portugal, que fez as delícias das crianças com uma aparição fantástica enquadrada na peça "Conversas entre Dentes". E essas também as houve... as que os olhos não viram e, felizmente, poucos ouvidos (lembremos que tímpanos não são caixotes de lixo!) ouviram.

A Professora Bibliotecária,

Sílvia Pinto


 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Dançar, Ler e Cantar na Biblioteca Escolar

 As talentosíssimas Mafalda Gouveia e Yara Mesquita, do 6A, mostraram o seu fantástico mérito e coordenação melódica no contexto do Sarau de Natal.

Que bom termos estas duas prendas de Deus!!!



terça-feira, 16 de dezembro de 2025

NATAL NA ESCULTOR

   E já estão expostos muitos dos magnificos trabalhos de Natal concebidos e realizados pelos nossos alunos!! Que deleite para os olhos e para o coração.


Trabalhos realizados na disciplina de Inglês do 2º ciclo


segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

ENFEITES DE NATAL DE CORTIÇA

 ... realizados pelos nossos talentosos alunos! Parabéns a todos os que participaram nesta iniciativa (que prova que é sempre possível reutilizar um material tão precioso como a nossa cortiça).



quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

NARRATIVAS VISUAIS DE NATAL - OFICINA DE ESCRITA CRIATIVA

 ...que se podem tornar em contos escritos! Escolhe um link e escreve a tua interpretação da história que cada breve vídeo transmite. Enriquece o Blog com a tua narrativa!

https://www.youtube.com/watch?v=Fs0s6ER3-YM

https://www.youtube.com/watch?v=O1C9zOQpKG4

https://www.youtube.com/watch?v=WN18kGdPHzk

https://www.youtube.com/watch?v=vb-3NdH75d0

https://www.youtube.com/watch?v=ImowkpTfAw4

https://www.youtube.com/watch?v=6TovzOXeh24

https://www.youtube.com/watch?v=TzJCHCr8oSg

https://www.youtube.com/watch?v=YH2_NUKAZE0


7.ºD - Celebração de Natal

      No enquadramento do projeto Saúde Oral na Biblioteca Escolar e tendo presente a celebração da época natalícia, os alunos da turma do 7.ºD, bem como os seus Encarregados de Educação, foram convidados a participar numa iniciativa da equipa da biblioteca escolar para não deixar uma data tão relevante passar em branco, sendo o branco também uma das cores do natal, sobretudo na sua simbologia de Paz.

    No início, os alunos do 7.ºA, assim como os convidados, (marcaram também presença as professoras Ondina Noronha e Edite Duarte, que fizeram questão de trazer os seus alunos para assistir a esta atividade) viram dois vídeos alusivos à época natalícia. O primeiro vídeo consistiu na história do senhor Luís e da sua esposa Lilly e aborda o tema da solidão das pessoas mais idosas, durante todo o ano, mas principalmente nesta época festiva. O visionamento do filme foi acompanhado da leitura expressiva do conto " O Milagre de Natal".

https://www.youtube.com/watch?v=YvAqSEGng5A

    De seguida, os alunos Rodrigo, Martim, Afonso, Carolina, Cecília e Carolina Lima leram poemas de Natal oriundos da obra O Pai Natal Quer Ser Poeta...., da autoria de Isabel Lamas e Gil Martins (disponível na biblioteca escolar).  Foram também lidos os poemas "Paz , Amor, Natal" e "O Natal Dos Jovens Com Experiência".

    O aluno Martim leio também o conto "A Máquina Dos Brinquedos Avariou", da autoria da professora bibliotecária. A narrativa culmina com um momento de muita alegria e esse entusiasmo manteve-se durante a exibição do filme "O Natal Do Dente Vitinho". Ainda no contexto da importância da Saúde Oral e com o objetivo de sensibilizar para um esforça da escovagem nesta época de doces tradicionais, todos os alunos cantaram os temas "Eu Quero Ter Os Dentes Fortes" e "Eu Não Tenho Medo De Ir Ao Dentista" temas do projeto SOBE e incluídos no projeto da Elgydium "Se A Minha Escova Cantasse".

    Por fim, todos cantamos o tema "A Todos Um Bom Natal", ficando a promessa de uma nova atividade, em parceria com o SPO que tem por base o visionamento do filme "A Pequena Vendedora De Fósforos" e uma reflexão/debate sobre a empatia.

    A equipa da BE agradece a participação de todos neste momento tão pedagógico e divertido.